O CURSO DE LETRAS FOI RECONHECIDO, PELO MEC, COM NOTA 4. Contato da coordenação do curso de Letras no portal das FISE: letras@fise-se.com.br
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Resultado do evento das FISE
Os alunos do 1º período de Letras da FISE, juntamente com
a professora e coordenadora do curso - Áurea de Aragão Ferraz, promoveram brilhante evento em homenagem à
emancipação de Tobias Barreto, no dia 22 do corrente, na sede das Faculdades
Integradas de Sergipe. Ilustres representantes da terra proferiram excelentes
palestras, cujo esmero, preencheu os corações dos tobienses de regozijo. Foram
eles: Cristina Rodrigues (jornal Mega Styllo), D. Maria Valdice (Clube das
mães), Heidumacson Macêdo (bacharel em direito e pesquisador) e Roberto Bispo
(professor e escritor). A comemoração contou com a presença de muitas, também
notáveis personalidades da sociedade do município. O corpo dirigente da FISE
agradece a todos os responsáveis pelo acontecimento.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Alunos de Letras das FISE prestam homenagem à emancipação política de Tobias Barreto
PROGRAMAÇÃO
Local: auditório da FISE
Data: 22 de outubro
Horário: 20h30 às 22h30
Abertura:
1-Palestra de Cristina Rodrigues- A história das festas em Tobias Barreto
2-Palestra de D. Maria Valdice Oliveira Santos- Os bordados em Tobias Barreto
3- Exposição de fotos/slides de Heidumacson Macêdo-Tobias Barreto antes e depois
Encerramento:
Professor Roberto Bispo- Breve história da língua em Tobias Barreto
Encerramento:
Um pouco de Pessoa
AUTOPSICOGRAFIA
(Fernando Pessoa)
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve ,
Na dor lida sentem bem ,
Não as duas que ele teve ,
Mas só as que eles não têm .
E assim nas calhas de roda
Gira ,a entreter a razão ,
Esse Comboio de corda
Que se chama coração .
(Fernando Pessoa)
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve ,
Na dor lida sentem bem ,
Não as duas que ele teve ,
Mas só as que eles não têm .
E assim nas calhas de roda
Gira ,a entreter a razão ,
Esse Comboio de corda
Que se chama coração .
Poeta da terra
VOLÁTIL
(José Erenilson da Silva)
Já fui gás
Depois líquido borbulhante
No mar ,trânsito
Na terra ,ambulante
Hoje ,porém
Nem verbo ,
Nem sapiens ,
Nem tecno ,
Nem lipídio .
Sou mesmo é fugaz ,
Volatilizante ...
(José Erenilson da Silva)
Já fui gás
Depois líquido borbulhante
No mar ,trânsito
Na terra ,ambulante
Hoje ,porém
Nem verbo ,
Nem sapiens ,
Nem tecno ,
Nem lipídio .
Sou mesmo é fugaz ,
Volatilizante ...
Um pouco de Drummond
QUADRILHA
(Carlos Drummond de Andrade)
João que amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos , Teresa para o convento ,
Raimundo morreu de desastre , Maria ficou para tia ,
Joaquim suicidou-se e Lili casou-se com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história .
(Carlos Drummond de Andrade)
João que amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos , Teresa para o convento ,
Raimundo morreu de desastre , Maria ficou para tia ,
Joaquim suicidou-se e Lili casou-se com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história .
domingo, 7 de outubro de 2012
Você sabia?
Antes
do nome atual, Tobias Barreto passou pela
seguinte variação toponímica:
Paraíso
Freguesia
de Campos do Rio Real de Cima
Capela
do Desterro do Rio Real
Campos
do Rio Traripe (nome indígena para o rio real)
Campos
do Rio Real de Cima
Campos
Tobias
Barreto
Fonte: Freitas, José Adilson de. Panorama tobiense. Aracaju: Info Graphics
Gráfica & Editora, 2009.
Tobias Barreto
Tobias Barreto
1909-2012
Num cantinho da Província de Sergipe, estava a Vila
de Campos dos Sertões do Rio Real, fronteira territorial desanexada da Bahia a
08 de julho de 1820, para onde costumavam fugir os negros escravos que
terminavam agrupados nas santidades de Palmares, Carnaíbas e nos sertões próximos a Riachão. Estamos
falando da próspera e acolhedora Vila de
Campos, de cenário ruralista, com ruas
de chão batido, casas singelas, ares bucõlicos, animais soltos e um
povoado muito religioso, abraçado por dois rios.
Assim como em todo Brasil, em Campos,
a Igreja Católica teve importante papel no surgimento do núcleo
populacional, pois a função religiosa
provocou a existência do aglomerado. Em
torno da igreja formaram-se ruas e praças. A partir da construção da capela,
doada pelo primeiro mandatário Belchior Dias Moréia, a freguesia de Campos
começou a se organizar. A criação da Vila de campos resultou do crescimento da população que
vivia da atividade pecuária, embora essa população tenha enfrentado, durante
séculos, grandes dificuldades, pois faltavam escolas, médicos, saneamento etc.,
já que os senhores de terra e de gado
que formavam as classes dominantes não se interessaram pelo progresso da vida
urbana, e os governos demoraram para
reconhecer a importância da povoação. O
reconhecimento como Vila e, setenta e quatro anos depois o reconhecimento como
cidade, foi para a população o reconhecimento da sua existência pela igreja e
pelo estado.
A elevação da Vila de campos à
categoria de cidade atendeu aos interesses da população através das lideranças
locais, tendo à frente os incansáveis padres João Antônio de Figueiredo e seu
substituto, o Padre Luiz Gonzaga, além do intendente João Alves de Oliveira e o influente chefe político, o
Coronel Luiz Antonio da Costa Melo, os quais, insistentemente, reinvidicaram ao
presidente do Estado de Sergipe (governador) José Rodrigues da
Costa Dórea. Finalmente , o jornal – O Estado de Sergipe - oficial,
político e novicioso-, de sábado, 23 de
outubro de 1909, publicou o decreto-lei
550, da Assembléia legislativa
do Estado de Sergipe, que homologa
a elevação de Campos à categoria de
cidade, assinado pelo presidente Manoel
Baptista Itajahy e pelo vice-presidente José
Alípio de Oliveira, sancionado
pelo presidente do Estado de Sergipe
(governador) José Rodrigues da
Costa Dórea. A nova cidade ficou em festa e a juventude
eufórica e esperançosa com o porvir, comemorou até altas horas a bem animada
festa realizada próxima à praça da Matriz, além de uma missa em ação de
graças, com fogos de artifício.
Embora a emancipação somente tenha ocorrido em 1909,
a vila já apresentava há algum tempo a prosperidade proposta pela legislação
vigente na época, comprovada estatisticamente pela receita tributária e pela
população existente.
Freitas, José Adilson de. Panorama tobiense. Aracaju: Info Graphics
Gráfica & Editora, 2009.
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